sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

"Estrada da Luz. Obra Poética e Iconográfica de Branca de Gonta Colaço", por João Gomes Esteves, Historiador e Investigador das Faces de Eva, Estudos sobre a Mulher, na Revista Bica, n.º3 Inverno de 2018



    Artigo intitulado "Estrada da Luz. Obra Poética e Iconográfica de Branca de Gonta Colaço", por João Gomes Esteves, Historiador e Investigador das Faces de Eva, Estudos sobre a Mulher, na Revista Bica, n.º3 Inverno de 2018, páginas 156-157. Sobre a obra Estrada da Luz. Obra Poética e Iconográfica de Branca de Gonta Colaço, de Anabela de Campos Salgueiro e Inês da Conceição do Carmo Borges, Editora Palimage, agosto de 2017.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Estrada da Luz. Obra Poética e Iconográfica de Branca de Gonta Colaço, de Anabela de Campos Salgueiro e Inês da Conceição do Carmo Borges. Festival Books & Movies - Alcobaça, 2017.



Livro: Estrada da Luz Obra Poética e Iconográfica  de Branca de  Gonta Colaço.

 Co-autoras: 
© Anabela de Campos Salgueiro (Ana Campos) 
© Inês da Conceição do Carmo Borges.

Capa: Design Gráfico de Ana Campos, Inês Borges e Tiza Gonçalves. Fotografia: © Tiza Gonçalves.

isbn 978-989-703-179-3 

Data da edição: Agosto de 2017.

Abençoada a hora em que Anabela de Campos Salgueiro e Inês da Conceição do Carmo Borges resgataram a poesia e a iconografia de Branca de Gonta Colaço do nevoeiro informacional e as moldaram neste magnífico volume que é Estrada da Luz. In Prefácio. 

Isabel Ponce de Leão Professora Catedrática da FCHS da Universidade Fernando Pessoa e Vice Presidente do Circulo Literário Agustina Bessa-Luís. No Porto, em Maio de 2017.

Poesia de altitude, poesia como criação sempre a renovar-se é a Poesia ímpar de Branca de Gonta Colaço, que Anabela de Campos Salgueiro e Inês da Conceição do Carmo Borges tão bem souberam entregar-nos neste livro. In texto do Centro de Estudos Tomaz Ribeiro.

José Valle de Figueiredo Poeta e Ensaísta. Director do Centro de Estudos Tomaz Ribeiro (C.E.T.R.) – Tondela. Porto, 2017. 

Podemos afirmar que Branca Gonta Colaço foi uma das intelectuais que esteve sempre próxima dos reis portugueses, nomeadamente da rainha D. Amélia (1865-1951), outra alma de sensibilidade artística com quem conviveu e trocou correspondência, mesmo após a implantação da República. A rainha retribui sempre, não só por cerimónia protocolar mas também por enlevo para com a escritora que apreciava.  In Posfácio.

Dr. José Alberto Ribeiro, Director do Palácio Nacional da Ajuda Lisboa, Maio de 2017.

Palimage é uma marca editorial da terra ocre – edições. 
Colecção Raiz do Tempo.

Apresentação da obra no dia 4 de Novembro de 2017, integrado no Festival de Literatura e Cinema Books & Movies - Alcobaça, no Café Tertúlia. A apresentação esteve a cargo do Dr. Jorge Pereira de Sampaio, com o apoio do Município de Alcobaça, dos Amigos das Letras de Alcobaça e da Casa dos Doces Conventuais - Alcobaça (D.ª Graça Salteiro).

domingo, 17 de setembro de 2017

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Ensaio: "DESTINO E MORTE DAS PALAVRAS EM VERGÍLIO FERREIRA", por Isabel Rosete 
«Quando nos referimos a este homem de Melo, de ar calmo, absolutamente sereno, olhando para o Mundo ao mesmo tempo que observa o interior de si-mesmo, jamais poderemos deixar de o mostrar como uma excepção: no seio da Literatura Portuguesa assumiu a difícil e ingrata vocação de denunciar a morte da palavra, a arte do homem no pensamento contemporâneo. Remou contra a maré como os profetas. A sua voz isolada - apesar do anúncio da morte de Deus e da morte do Homem - não se olvidou de afirmar o valor do ser humano e a grandeza das suas manifestações, erguendo, no entanto e sempre, a dúvida, postura que o tornou particularmente incómodo entre os intelectuais portugueses.(...)
Isabel Rosete

http://birdmagazine.blogspot.pt/2016/10/destino-e-morte-das-palavras-em.html